[Download] "Telling Feminist Stories/Contando Estorias Feministas (Texto en Portuguese)" by Revista Estudo Feministas ~ Book PDF Kindle ePub Free

eBook details
- Title: Telling Feminist Stories/Contando Estorias Feministas (Texto en Portuguese)
- Author : Revista Estudo Feministas
- Release Date : January 01, 2009
- Genre: Social Science,Books,Nonfiction,
- Pages : * pages
- Size : 135 KB
Description
Introducao Como a teoria feminista ocidental conta a estoria de seu passado recente? Apesar da evidente variedade da teoria feminista, dentro e fora do 'ocidente', ao contar-se sua estoria recente, uma narrativa dominante aparece, ainda que apresente uma gama de inflexoes afetivas e criticas. Essa estoria divide o passado recente em decadas definidas para fornecer uma narrativa de progresso incansavel ou de perda, proliferacao ou homogeneizacao. A teoria feminista ocidental conta sua propria estoria como uma narrativa em desenvolvimento, onde nos movemos de uma preocupacao com unidade e semelhanca, passando pela identidade e diversidade, em direcao a diferenca e a fragmentacao. Tais mudancas sao geralmente concebidas em correspondencia com as decadas de 70, 80 e 90, respectivamente, e como um movimento partindo do pensamento feminista radical, socialista e liberal em direcao a uma teoria pos-moderna do genero. A mudanca, que parte dos anos 70, ingenuos e essencialistas, para a critica do feminismo negro e da 'guerra dos sexos' dos anos 80, e dai para os anos 90 da 'diferenca' e alem, mapeia a estoria como progresso para alem das categorias e identidades falsamente delimitadas. Uma mudanca partindo do inicio da segunda onda, vista como politizada e unificada, passando pela entrada na academia nos anos 80, e dai para a fragmentacao em multiplos feminismos e carreiras individuais, mapeia a estoria de perda do compromisso com transformacoes politicas e sociais. (2) Determinar quais abordagens teoricas podem ser caracterizadas como pertencentes aos anos 2000 depende da versao dessa estoria a que se alinha. Quando a estoria e uma celebracao da diferenca, somos convidadas a (re)tornar ao afeto como fonte de conhecimento individual e coletivo. Quando a estoria e marcada pelo pesar, o apelo e para os contextos materiais das vidas das mulheres. Contudo, seja como for sua inflexao, a cronologia permanece a mesma, as decadas sobrecarregadas, mas curiosamente estereotipadas, e o pos-estruturalismo desempenhando o papel de ator principal no questionamento da "mulher" como ponto de partida para a politica feminista e a producao de conhecimento.